Logo após sua divulgação em Junho/2007, o texto da União Européia Vegetariana, lança muitas indagações, principalmente no contexto ambientalista da coisa. Nele, há dados da Organização para Alimentação e Agricultura(FAO) sobre o aquecimento global, onde para ajuda-lo, é sugerido uma alimentação isenta de carnes, ou seja, de emissão de gases poluentes.

Porém, a coisa fica feia quando analisamos organizações famosas que lutam pela preservação do Planeta e encontramos grandiosas contradições.
Para o Greenpeace, por exemplo, sua atuação é meramente superficial, haja vista sua atuação sobre assuntos relacionados ao consumo de carnes. Recentemente, assisti um video da organização se mostrando à favor da alimentação de baleias no Japão. Epa, não entendi? Sim, eles apoiam o País a comer a carne da baleia, mas é contra ao mesmo tempo..? É, pegou mal mesmo Greenpeace e, a cada dia está pior.

Este exemplo fica perfeito para criarmos uma analogia à pecuária. Eles defendem a regulamentação nas terras da Amazônia quanto ao plantio de soja, mesmo sabendo que, o setor agro-pecuário é responsável por 18 por cento das emissões de gases de efeito de estufa, medidos em equivalentes a dióxido de carbono (CO2). É uma percentagem mais alta do que os gases emitidos por meios de transporte, segundo a FAO.

Sim, se procurar vai achar muitas razões para renovar antigos hábitos e dar vazão aos atuais, novos e bons hábitos. Sim, se a preocupação pelo bem-estar das gerações futuras e, até a sua, for maior que a vontade de comer aquele pedaço de carne em seu prato.

Certamente, a cada dia que passa, isto alcança mais evidência e ainda vai dar muito pano para manga!